Alterações nas fezes são sinais importantes que dão pistas
sobre nossa saúde.

Conheça as principais alterações nas fezes causadas pelo câncer de intestino
O câncer de intestino, também conhecido como câncer de cólon
e colorretal, é um dos que mais atingem homens e mulheres no Brasil e no mundo.
Assim como em outros tipos de câncer, as chances de cura são maiores quando
detectado no início. Alterações nas fezes são sinais importantes a se observar.
A doença altera o funcionamento do intestino, podendo causar
a alternação frequente entre diarreia e constipação — ou tornando um desses
sintomas mais frequentes.
Também pode haver alteração no formato. Fezes finas e longas
podem ser sinais da doença. Esse sintoma é mais comum em casos já avançados e
acontece porque o câncer pode bloquear a passagem das fezes no intestino e,
assim, alterar o seu formato.
Além disso, um dos sintomas mais comuns é sangue nas fezes,
também conhecida como hematoquezia.
Há casos em que é possível observar sangramento vermelho vivo
direto no vaso sanitário, misturado às fezes ou no papel higiênico. Mas também
há casos em que o sangue pode causar escurecimento das fezes somente,
deixando-as pretas.
É importante dizer, no entanto, que outras condições podem
levar à presença de sangue nas fezes. As mais comuns incluem hemorroidas, fissuras
anais, diverticulose, colite ulcerativa e doença de Crohn.
Certos medicamentos e alimentos, como beterraba, também podem
deixar as fezes com a coloração vermelha ou mais escura.
Outro sinais e sintomas de câncer de intestino
- dor
de estômago ou dores de gases frequentes;
- fraqueza;
- perda
de peso inexplicada sem nenhum esforço;
- baixo
nível de ferro, comumente com anemia (anemia por deficiência de ferro).
Atenção! Ter esses sintomas isolados não significa que você
tem câncer de intestino. Apenas o exame poderá determinar o diagnóstico.
Como é feito o exame para prevenir câncer de intestino?
No Brasil, a colonoscopia – que é o exame padrão
para o diagnóstico – é recomendável para a população geral a partir dos 45
anos. Antes a idade recomendada era 50.
Nesse exame, o médico introduz o colonoscópio no reto do
paciente sedado para visualizar o interior do seu intestino. É possível
identificar pólipos e outras lesões e, se necessário, o médico pode remover
tecido anormal ainda durante uma colonoscopia para biópsia.
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