Vítimas passaram mal após ingerir alimentos no povoado de
Salobro; laudos do DPT vão apontar a causa das mortes

Vítimas foram socorridas, mas morreram em unidade de saúde Crédito: Reprodução
A Polícia Civil da Bahia investiga as mortes de três pessoas
da mesma família ocorridas na zona rural do município de Canarana, no
centro-norte do estado. As vítimas passaram mal após um almoço familiar
realizado na última quinta-feira (1º), no povoado de Salobro, e não resistiram,
apesar de terem sido socorridas para uma unidade de saúde.
De acordo com informações confirmadas pela Polícia Civil e
divulgadas pela TV Bahia, as vítimas foram identificadas como Adelaide Maria
de Souza, de 74 anos, Margarete Souza, de 42, e Leonardo Sousa
dos Anjos, de 31. Adelaide e Margarete eram irmãs, e Leonardo era filho de
uma delas.
Além das três mortes, uma criança de 7 anos, que
também participou do encontro familiar e ingeriu os mesmos alimentos, permanece
internada em um hospital na cidade de Irecê, localizada a cerca de 45
quilômetros de Canarana. O estado de saúde da criança não foi detalhado.
A Polícia Civil informou que as vítimas começaram a
apresentar sintomas logo após a refeição. O caso está sendo apurado pela Delegacia
Territorial de Canarana, que aguarda a conclusão dos laudos periciais do Departamento
de Perícia Técnica (DPT). Os exames devem esclarecer o que provocou o
mal-estar e, consequentemente, as mortes.
Em nota oficial, a Secretaria Municipal de Saúde de
Canarana afirmou que acompanha o caso de perto e está prestando apoio às
famílias envolvidas. O órgão destacou que, até o momento, não há confirmação
sobre a causa das mortes.
“No momento, aguardamos a conclusão da apuração técnica
realizada pelos órgãos competentes, em conjunto com a Secretaria da Saúde do
Estado. Até que essa investigação seja finalizada, não há confirmação oficial
sobre a causa do ocorrido”, informou a pasta.
O caso segue sob investigação, e novas informações devem ser
divulgadas após a finalização dos laudos técnicos.
Da redação Portal Macajuba
Fonte: Correio 24 horas