Caso ocorreu na última quarta-feira (18/02) e gerou
repercussão entre moradores da Zona Sul do Rio
Um casal foi flagrado em comportamento íntimo em área pública
do Recanto Nossa Senhora das Graças, espaço religioso localizado em Copacabana,
na Zona Sul do Rio de Janeiro. O episódio aconteceu na última
quarta-feira (18/02) e imagens do momento passaram a circular nas redes
sociais.
De acordo com relatos, a ocorrência foi registrada em um dos
bancos situados na área externa do oratório. Em respeito aos leitores e por se
tratar de conteúdo impróprio, os veículos que noticiaram o fato optaram por não
divulgar as imagens.
Espaço religioso é conhecido como ponto de oração
Localizado acima do Túnel Sá Freire Alvim, na Rua Barata
Ribeiro, o Recanto Nossa Senhora das Graças foi fundado na década de 1970 e se
tornou conhecido como um local de oração e reflexão. O espaço abriga uma imagem
de Nossa Senhora das Graças em sua entrada e recebe frequentemente visitantes
que buscam momentos de tranquilidade em meio à rotina agitada da capital
fluminense.
Durante décadas, o santuário foi administrado por Olívia
Fagundes Coelho, natural de Miraí (MG), reconhecida pela dedicação à
preservação do local, mesmo diante de períodos de abandono e falta de
manutenção.
Revitalização recente e reconhecimento oficial
Em agosto de 2024, a Secretaria Municipal de Conservação
(Seconserva), em parceria com a Associação de Moradores de Copacabana
(Amacopa), realizou ações de revitalização no espaço. No entanto, moradores
relatam preocupação com a conservação do recanto.
Em 2016, o então prefeito Eduardo Paes sancionou a Lei
nº 6.069, de autoria do vereador Carlo Caiado, reconhecendo oficialmente o
local como ponto de oração da cidade.
Órgãos foram acionados
A reportagem informa que tentou contato com a Seconserva e
com a Polícia Militar para esclarecimentos, mas não obteve retorno até o
fechamento da matéria.
A Amacopa comunicou que realizará, nesta segunda-feira
(23/02), uma visita técnica ao Recanto Nossa Senhora das Graças para avaliar as
condições atuais do espaço.
O caso reacende o debate sobre preservação, segurança e
respeito em áreas públicas e religiosas da cidade.
Fonte: Diário do Rio
